O machado é de Assis
A bandeira é de Manuel
A rosa é do Guimarães
Feliz é o Jorge que é amado.
“Eu tenho o destino do vento, e tenho a vida presa nas teias de uma esperança desconhecida. A rosa dos ventos. Tenho o destino dos pássaros. Voando, voando, até à queda final. Tenho destino de água. Sempre correndo em todas as formas, umas vezes nascente, outras vezes rio. Outras vezes suor e lágrimas. Dilúvio. Gota de orvalho na garganta de um passarinho. Sou vapor aquecido pela vida. Sou gelo e neve na câmara de um congelador. Mas sempre água, o movimento é a minha eternidade. Sou um animal ferido por todas as coisas. Pelo cantar dos passarinhos, pelo vermelho dos antúrios, pela floração das violetas…”
(Paulina Chiziane)
O amor
Ah nao quero falar de amores
não quero falar dos desertos
que inventei
que atravessei
entardeceu...
não tenho mais tempo
agora só quero caminhos férteis
para namorar
meu desejo de florir.
fatima fonseca
É aquele que sente a poesia, se extasia sensível ao achado de uma rima à autenticidade de um verso.
(Conto inspirado em fatos reais)